quarta-feira, 21 de junho de 2017

[8º Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: Identidade de Gênero]


 O 8º dia de curso teve como tema a Identidade de Gênero e então, para melhorar a exposição de relatos e informações acerca do assunto, tivemos a presença de Paula Benett. Mais uma vez compartilhamos a relatoria, feita por uma de nossas cursistas, Ana Maria Gomes, que conta um pouco de suas impressões sobre a oficina.

[10/06/17]


Olá pessoal, em primeiro lugar gostaria de falar do prazer de estar participando deste curso maravilhoso onde a troca de conhecimentos e fortalecimento de vínculos se dá a cada encontro.
No encontro do dia 10/06 como sempre iniciamos com um aquecimento com a prática de dinâmicas que nos fazem interagir e tivemos uma visita maravilhosa que nos presenteou com uma palestra que acrescentou muito nossa bagagem de conhecimentos. Estou falando de Paula Benett, mulher trans colaboradora especial na desconstrução de preconceitos e foi bem com esse tema: desconstruindo preconceitos, que ela com muita segurança, conhecimento de causa e de uma maneira envolvente e surpreendente nos presenteou.
Fica então registrado nosso agradecimento com os votos de um breve retorno.
Ana Maria Gomes

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8º encontro de promotoras legais populares com participação de Paula Benett.

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quarta-feira, 14 de junho de 2017

[7º Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: Sexualidade e Mulheres não heterossexuais]


 O encontro do dia 3 de junho promoveu debates importantes e até mesmo emocionantes, confira tudo na relatoria desta oficina escrita pela Carol Mesquita e pela Rayna Mendes.

[03/06/17]

A oficina teve início com a dinâmica proposta pela facilitadora Ingridi na qual as mulheres tinham que formar duplas e ir alternando a contagem entre si dos números 1,2 e 3.
No primeiro momento foi fácil, mas depois a forma de falar os números foi substituída por gestos. O 1 passou a ser uma palma, o 2 um tapa na barriga e o 3 uma reboladinha. O objetivo da dinâmica foi descontrair as participantes e promover uma interação entre elas logo cedo.
Em seguida, a facilitadora Najara apresentou o tema a ser discutido: Sexualidade.
Ela separou a turma em quatro grupos e dividiu o tema entre sexualidade na infância, na adolescência, na idade adulta e na terceira idade. Os grupos ficaram responsáveis por debater, conversar e expor em uma cartolina palavras, frases ou desenhos a respeito da sexualidade em diferentes etapas da vida.
Após o tempo de debate interno, a troca de experiências e vivências, uma participante do grupo ficou responsável por contar ao resto da turma um pouco do que foi conversado e mostrar como a sexualidade aparece e se manifesta nas etapas da vida.
No grupo da infância foi ressaltada a (hiper) sexualização desde cedo do corpo feminino, a falta de comunicação e abordagem do assunto na família e nas escolas, o que provoca uma carência de orientação. Também foram apresentadas as contradições entre permissão masculina e repressão feminina.
No grupo da adolescência, também foi enfatizada a falta de comunicação que vem desde a infância. Além disso foi tratado o assunto das alterações hormonais e da descoberta do próprio corpo.
No espaço da idade adulta foi posta a contradição entre liberdade individual e pressão social. A sexualidade torna-se algo mais frequente na vida da mulher, porém ao mesmo tempo é algo que é velado na sociedade.
Por fim, foi apresentada a sexualidade na 3ª idade, que para a sociedade não é algo comum, entretando as mulheres ainda sim buscam prazer e ainda são livres para desenvolver sua vaidade e libido.
Depois a roda de conversa grande foi aberta e enriquecida com trocas de vivências e opiniões e concluiu-se que a sexualidade ainda é um tabu e que precisa ser discutida desde cedo.

Após o lanche, fizemos a dinâmica dos privilégios. Começou com o comando: quem se identificasse com a situação descrita, que desse um passo à direita e quem não, ficasse parado. Essas primeiras eram situações de privilégios como ser uma mulher branca, com orientação heterossexual, vindas de famílias desconstruídas ou não etc. e depois as descrições mudaram para o que caracteriza a minoria da sociedade, como o contrário dos exemplos anteriores, mas agora deveriam andar para a esquerda. Quando a Carol finalizou todas as frases, nos entreolhamos pela sala e por fim podemos perceber e reconhecer os privilégios, o que é muito importante para conseguirmos lidar com as diferenças de forma saudável.
Em seguida, entramos no assunto da luta LGBT. Carol Freire nos mostrou vídeos produzidos pela ONU contendo relatos tristes e falas comoventes de pessoas que fazem parte dessa realidade. Abrindo a discussão na grande roda, percebemos que, naquele momento, mais que em todos os outros, foi despertada muita empatia, pois os vídeos mostraram o preconceito sofrido por essas pessoas, apenas por terem uma orientação diferente da normativa. Todos amamos, sentimos dores, enfrentamos problemas e, por isso, não há porque haver discriminação alguma. Discutimos bastante acerca desse problema e sobre como devemos amar nossos filhos e filhas independentemente das relações que tiverem, pois a repressão pode gerar a depressão e ainda contribuir para o aumento do preconceito na sociedade, enquanto muitos lutam para extinguir!
No encerramento, Laerzi nos guiou com uma música que pedia rimas espontâneas. Cantamos, rimamos e assim encerramos mais uma oficina maravilhosa é muito impactante.

7º encontro das Promotoras Legais Populares de Ceilândia.



Quer saber mais? Se liga aí!


  1. Vídeos da Campanha das Nações Unidas pela igualdade de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersex (LGBTI) “Nosso presente é o amor.” Link: https://nacoesunidas.org/campanha-da-onu-lanca-apelo-as-familias-de-pessoas-lgbti/


Veja também a relatoria do nosso 6o encontro.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

[6º Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia.Tema do dia: Feminismos]

Continuando nossas oficinas, no dia 27 de maio ocorreu nosso 6o encontro que gerou debates e relatos maravilhosos sobre as definições e o real sentido dos feminismos, somando uma intensa experiência ao curso. Segue, então, a relatoria contando os detalhes!

[27/05/17]

Relatório do encontro ocorrido no curso das Promotoras Legais Populares, encontro do dia 27 de maio.
Depois que boa parte da turma chegou começamos a fazer um aquecimento, uma das facilitadoras pediu para gente levantar e começar a caminhar pela sala enquanto ela ia dar as instruções do aquecimento. As instruções foram de a gente parar e encontrar um par, de modo aleatoriamente, e encenarmos uma relação entre homens e mulher. Íamos interagir sem definir previamente os papéis que seriam assumidos, teoricamente, a partir do diálogo de cada uma das duplas esses papéis seriam estabelecidos. A atividade foi muito interessante, pois muitas das duplas interpretaram os papéis de maneira muito estereotipada e isso não foi pedido na instrução. Muitos papéis de homens com comentários machistas e mulheres submissas.
Depois desse aquecimento, fizemos uma grande roda e começamos a fazer a primeira atividade, deveríamos fazer mímicas que representassem os estereótipos do que seria uma mulher feminista e a segunda atividade foi fazer a mímica do que a gente acha que realmente é uma característica de uma mulher feminista, uma comparação de expectativa e realidade. Consideramos muito mais fácil fazer mímicas do que o senso-comum considera como estereótipos feministas do que fazer mímicas que representassem a realidade, parece que os estereótipos já estão bem definidos e muitos são usados contra o próprio movimento, como por exemplo, feministas não querem ser mães, são as que “só querem brigar”, não devem se depilar entre muitos outros.
Parece ser difícil fazer e definir o que realmente é , pois ser feminista passa por uma subjetividade muito grande, não existe apenas um tipo de feminismos, existem vários feminismos que serão abraçados por vários tipos de pessoas que estarão em fases diferentes de amadurecimento em relação à essa nova visão de mundo, em relação ao seu grau de desconstrução.
A primeira mímica feita foi duas mulheres se abraçando e, apesar de existirem vários feminismos, o que faz todos serem caracterizados como “feminismo” é o fato de buscarmos ajudar umas as outras, buscarmos fazer com que a mulher tenha seus direitos resguardados, sejam tratadas de forma respeitada. No final da mímica, pôde-se notar que a realidade do que é ser feminista está ligada a liberdade e poder escolher o que quer fazer, é cortar o cabelo bem curtinho ou deixar ele bem grande, é ser religiosa ou ser ateia, é ser dona de casa ou ser uma professora universitária, é querer ser mãe ou não querer, ser feminista é querer ser respeitada independente de sua escolha. Esses tantos de pensamentos começaram a ser discutidos. Depois que terminamos as mímicas, sentamos em roda e começamos a debater sobre o que seria feminismo. Relatos belíssimos começaram a surgir e anotei alguns. Muitas falaram que o feminismo está muito ligado com o fato de mudar a sociedade que comete tantas injustiças, conquistar direitos iguais para todos, construir espaços em que a voz das mulheres seja levada em consideração, é uma luta feita em conjunto, forma das mulheres se posicionarem, mostrar que são capazes de assumir qualquer coisa.
Foi muito trabalhado o fato de termos compaixão com o tempo que as outras mulheres levam para compreender o que é feminismo, principalmente com as mulheres que fazem parte do nosso convívio, com nossas mães e irmãs. Salientaram novamente para a questão de que cada mulher possui vivências específicas, não dá para descrever uma postura universal, temos que prezar pelo coletivo. No final das contas feminismo é lutar por liberdade.
  -Larissa Santos 

Dinâmica de encerramento do fogo.
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Fonte: Grupo de estudos de Mulheres Negras

  1. Artigo de Oyèrónké Oyewùmí . Conceituando Gênero. Link: https://drive.google.com/drive/folders/0B4YzjupEuKMNOTJNOUNsSVQ3UFk

  1. Poema de Audre Lorde. Uma ladainha pela sobrevivência. Link: https://drive.google.com/drive/folders/0B4YzjupEuKMNOTJNOUNsSVQ3UFk

  1. Vídeo Os perigos de uma história única de Chimamanda Adiche. TED. Link: https://www.youtube.com/watch?v=_4uXhbSWIJs

quinta-feira, 25 de maio de 2017

[5° Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: Maternidade]

No dia 13 de maio de 2017, às 9:20, deu-se início a mais um encontro das Promotoras Legais Populares (PLPs) de Ceilândia-DF. Ana Maria José e Amanda se proporam a redigir a relatoria da atividade realizada neste dia.
 
[13/05/2017]

A oficina teve início com aquecimento proposto pela facilitadora Karol entre as participantes do curso, da qual o sentido era fazer com que todas se sentissem mais dispostas para estarem ali e vibrantes com a manhã que passariam juntas. Logo no primeiro momento após o aquecimento foi pronunciado o tema a ser discutido no dia: “Maternidade”.
A atividade contou  com uma caixa que continha papeizinhos com tópicos relacionados com o tema “Maternidade”, logo o intuito  era que voluntariamente as participantes que ali estavam presentes se sentissem à vontade para pegar um dos papéis que estavam dentro da caixinha e relatassem algum fato ocorrido em sua vida relacionado ao tópico escolhido.
Sendo assim os tópicos abordados foram: depressão pós-parto, violência obstétrica, gravidez, papéis de gênero, adoção. A abordagem desses tópicos proporcionou um debate para as participantes da atividade da qual possibilitou uma rica troca de experiências  através de suas vivências ou de alguém do círculo de parentesco ou de amizade.
No tópico sobre “Depressão pós-parto” podemos observar que talvez a depressão ocorre por muitas vezes por ausência do Pai da criança, durante o período de gravidez e pós-parto, ou seja, toda carga física e psicológica sobre isso cai nas costas das mulheres. [...]
No tópico sobre “Violência Obstétrica” percebeu-se que em Unidade de Saúde de uma determinada RA do Distrito Federal que esse tipo de violência obstétrica é corriqueiro no cotiando no setor de Ginecologia/Obstetrícia. Essa violência se dá com discursos pejorativos em desagravo as parturientes em um momento que deveria ser tão sublime, “nascimento de uma vida”. Alguns profissionais desse Setor violam os direitos dessas mulheres com algumas frases: “... na hora de fazer você achou bom”..., “... na hora de fazer você não gritou”..., “... agora tem que aguentar a dor”... etc., dentre outras falas de opressão e humilhações.
No segundo momento tivemos a convidada Doula Elaine, que nos proporcionou grande contribuição sobre o conceito do "o que é uma Doula?". Seus desafios, projetos e metas, junto ao acolhimento e acompanhamento das mulheres grávidas, durante os nove meses de gestação, parto e pós-parto.
Esclareceu sobre a Política Institucional de Doulas, a luta para regulamentação como profissão. Falou-nos sobre os direitos das gestantes, sobre o plano de parto, sobre as leis que rege e garante os direitos das mesmas.
Finalizamos com uma roda de encerramento, onde cada participante expressava "o que levaria de tudo que se foi debatido no dia?" E "o que deixaria de mensagem?"



Ana Maria José e Amanda
Quinto Encontro da Turma das PLP's de Ceilândia, 13 de maio de 2017, Ceilândia.


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Leia também a relatoria do nosso 4° encontro.



quarta-feira, 17 de maio de 2017

[4° Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: É tempo de escuta e de fala]

Para ratificar que Juntas somos mais fortes! Os trabalhos no curso da Ceilândia continuam a todo vapor! É produção de conhecimento ao Direito das Mulheres e muita emoção a cada minuto desses sábados de manhã. Confere aí um pouquinho de como foi!


[06/05/2017]


O encontro do dia 06/05 começou com a "dinâmica do bis". A facilitadora Carol Mesquita entregou um bis para que cada mulher o segurasse com o braço estendido, sem poder flexioná-lo nem usar o outro braço livre. A proposta e objetivo eram que, mesmo estando com o braço imobilizado, todas conseguíssemos comer bis. A solução foi intuitiva e imediata para todas: se ajudar! Dessa forma, uma comendo o bis da mão da outra e vice-versa, todas conseguimos comer. Ao final, a reflexão que ficou foi que, por mais que muitas vezes nos sintamos incapazes sozinhas, juntas somos mais fortes, o que foi poeticamente resumido pela Laura como: "sozinhas somos pétalas, juntas somos rosa".
Em seguida, fizemos grupos de mais ou menos 7 mulheres para falarmos de momentos em que nos sentimos empoderadas e também sobre momentos em que não nos sentimos, dinâmica conduzida pela Maysa, Isabella e Laura. O tempo estabelecido inicialmente de 25 minutos não foi prorrogado, para que observássemos se no nosso grupo ficou alguma mulher sem falar (o que de fato aconteceu em alguns grupos)  e refletirmos sobre a necessidade de dar a cada mulher o seu tempo de fala, ponderando o nosso próprio tempo. Depois do lanche, fizemos a roda grande com todas e compartilhamos mais sobre o que havíamos discutido nos grupos. Um momento impactante foi quando a Dayane recitou o poema "Conselhos para a mulher forte", da Gioconda Belli, de 1948.
Depois, a Ingrid finalizou o encontro com a dinâmica da gratidão, na qual cada uma falava pelo que se sente grata na vida, o que ensejou as mais variadas respostas e um momento muito bonito e emocionante.

Fabi Linhares


Quarto Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares/DF, Ceilândia, 06 de maio de 2017.

Sentiu só a energia desse curso? Deu vontade de se juntar? Ainda dá tempo de integrar a turma de São Sebastião! A formação da Turma do Curso de Promotoras Legais Populares de São Sebastião já se iniciou, mas as inscrições ainda estão abertas! Dia 20 de maio, sábado, no Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião, das 9h às 12h!

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Leia também a relatoria do nosso 3° encontro

quarta-feira, 10 de maio de 2017

[3° Encontro da Turma de Promotoras Legais Populares da Ceilândia. Tema do dia: Educação Popular]

Nosso terceiro encontro realizado no Núcleo de Prática Jurídica da Universidade de Brasília-UNB, na cidade de Ceilândia/DF, turma formada exclusivamente por mulheres sem discriminação de cor, crença religiosa, condição social, escolaridade ou de qualquer outra ordem, colaboraram com este relatório Kátia Vasconcelos, Consuelo e Pastora Maria Trindade.

[29/04/2017]

Espaço aconchegante e acolhedor para o compartilhamento das experiências, respeitando a ordem citada acima, foram realizadas dinâmicas expressivas ao tema apresentado “SUA VIDA EDUCACIONAL FAMILIAR E ESCOLAR”, criando grupos em círculos para que cada participante se expressasse sobre a educação recebida em seus ambientes escolares e familiares.
Após as experiências serem compartilhadas livremente umas com as outras, formou-se um único círculo e foi aberta para as discussões.
No dia 29 de abril de 2017, foram discutidas questões levantadas pelas participantes do encontro: Educação Tradicional; Educação Popular; Intolerância Religiosa; Argumentação sobre Estado Laico; Reflexões sobre a evolução da educação no Brasil; questionamentos sobre instrumentos como forma de manifestação cultural; liberdade de escolha e respeito.
Nas dinâmicas apresentadas durante o encontro, construiu-se como instrumento de comparação da educação tradicional a uma “locomotiva Humana” com pouca interação entre as voluntárias, enquanto o uso da “Capoeira” na educação popular houve uma maior participação entre as todas as mulheres, se trata de um tema muito complexo porque o Brasil compõe de diversos grupos sociais e culturais e a educação é um direito de todos, sabemos que suas aplicações vêm sendo discutida há décadas por toda sociedade para a construção de um novo modelo de educação. Dentro desse assunto os tambores entraram em discussão, pois mesmo sendo a capoeira uma prática ensinada e aceita por muitos, ainda há preconceitos com relação ao uso de seus tambores. Houve questionamentos na roda de diálogo; sem os tambores, não faz sentido relatar as práticas da capoeira no contexto histórico. Trata-se de um instrumento histórico usado nas festas religiosas e nas rodas de capoeiras.
O nosso país se declara um estado laico onde o poder do estado é imparcial, não apoiando e nem se impondo às práticas religiosas. Percebemos que se trata de uma questão cultural e ao mesmo tempo de intolerância religiosa, pensando na questão educacional, o que falta é uma educação de qualidade, faltam investimentos na formação dos educadores, não se aplica os conhecimentos nas questões culturais do nosso país em salas de aulas, o gesto apresentado nos relatos mostra que o respeito e a liberdade de escolha entre ambas as partes precisam ser esclarecidas em suas instituições, o respeito pelo direito de escolha e ajudar uns aos outros como lida com sua escolha, só assim haverá uma verdadeira liberdade de expressão em nossa nação.
Uma das participantes sugeriu que cada uma fizesse seu caderno de afetação como registro de memórias dos temas discutidos e abordados finalizando nosso encontro com a aprovação de todas.

construção da máquina humana.
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  1. Capítulo 8 - A tradição Viva -  de A. Hampaté Bâ. Volume I - Metodologia e Pré-História da África da Coleção de História Geral da África. UNESCO. Link: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=205171

  1. Livro A pedagogia do Oprimido de Paulo Freire.

  1. Livro Pele da cor da noite de Vanda Machado. Link: http://filosofia-africana.weebly.com/textos-diaspoacutericos.html
Fonte: Site Colaborações entre os estudos das africanidades e o ensino de filosofia.

  1. Vídeo ou filme???????

  1. Texto O outro de Carolina Freire. Link: https://petdirunb.wordpress.com/2016/11/05/o-outro/